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SMS procura dimensionar custo de reformas

Geral

19.06.2013

A chefe do Departamento de Infraestrura Física e Tecnológica da SMS, arquiteta Marília Azevedo, explicou que ainda é prematuro apontar qual o volume de recursos necessários para a reforma, restauração e manutenção dos 74 prédios geridos pela SMS, porque demora a execução do levantamento da planilha de custos, tirar uma média e se chegar a uma projeção do custo total dos investimentos.

Marília Azevedo diz que toda a rede da SMS passou quatro anos, praticamente, sem manutenção, mas ela adiantou que muitas unidades são antigas e as instalações elétricas e hidrossanitária “estão com 80% delas subdimensionadas”, em virtude do aumento da demanda dos serviços prestados à população.

“O sistema não comporta, cresceram os serviços e o uso e por isso ocorre o colapso da rede, que com o tempo vai se deteriorando”. Com relação aos prédios que funcionam em algumas casas residenciais, ela disse que isso ocorre porque em alguns bairros não se encontram prédios apropriados para alugar.

Ela também explicou que em virtude do próprio controle interno que é comum no serviço público, a SMS não tem um certo limite em investir recursos na reforma e manutenção de prédios de terceiros, o que não ocorre quando se trata de uma estrutura física própria da prefeitura. “Do ponto de vista do imóvel que é privado e não faz parte da rede própria, a gente não pode fazer grandes investimentos”. 

Fonte: Tribuna do Norte