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Sesap realiza capacitação em tuberculose para profissionais de saúde de Extremoz

Geral

07.11.2013

Com o objetivo de garantir um controle da tuberculose no RN, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Programa de Controle da Tuberculose, vem realizando várias capacitações para profissionais de saúde. O próximo curso programado será nos dias 12 e 13 deste mês, em Extremoz, onde médicos, enfermeiros, bioquímicos, técnicos e agentes serão capacitados no manejo clínico da tuberculose.

Essa capacitação já foi realizada para todos os profissionais do Mais Médicos e do Programa de Valorização dos Profissionais da Atenção Básica (Provab) do município de Natal, além de profissionais da III Unidade Regional de Saúde Pública, sediada em João Câmara, e do município de Angicos. “Por meio do curso, temos o intuito de sensibilizar na busca ativa de sintomáticos, de modo a propiciar o diagnóstico precoce da tuberculose e início imediato do tratamento efetivo, garantindo um controle da doença, para que deixe de ser um problema de saúde pública”, disse Valéria Nepomuceno, técnica responsável pelo Programa Estadual de Controle da Tuberculose.

Valéria informa, ainda, que diante do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Tuberculose – comemorado em 17 de novembro – o Programa vem incentivando e orientando as secretarias municipais de saúde do RN para desenvolverem atividades em seus municípios.

As principais dificuldades referentes ao enfrentamento da tuberculose são o diagnóstico tardio e o tratamento inadequado, que contribuem com a disseminação do agravo e com a ocorrência de casos extensivamente resistentes (quando o paciente não responde ao tratamento realizado). No Rio Grande do Norte, desde o início deste ano até o mês de setembro, foram notificados 980 casos da doença e, em 2012, foi registrado um total de 1.272 notificações.

Tuberculose – Causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões, a doença pode ocorrer, também em outras partes do corpo, como ossos e rins. Para se prevenir contra o agravo, é recomendado evitar ambientes fechados e mal ventilados, que favorecem a transmissão, ocorrida de pessoa para pessoa, por meio de espirro, tosse e fala. Em caso de tosse por mais de três semanas, acompanhada ou não de febre, falta de apetite, cansaço ou dor no peito, o indivíduo deve procurar a unidade de saúde mais próxima, para que se verifique a ocorrência ou não da tuberculose. Se positivo, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, tendo uma duração mínima de seis meses, sem interrupção, mesmo com o desaparecimento dos sintomas. Apenas o médico, por meio de exames, pode confirmar a cura do agravo, com o término do tratamento.

Fonte: Assesssoria Sesap