Brasileiras fazem uma cirurgia de aumento de mama a cada 5 minutos
Geral
09.11.2011
A lei da gravidade é implacável também com os seios femininos, e uma hora eles caem. Muitas mulheres recorrem à prótese de mama, que exige alguns cuidados na anestesia, cirurgia e no pós-operatório.
O Bem Estar desta terça-feira (8) falou sobre como é feita a escolha do tamanho mais adequado para cada mulher, a cada quanto tempo a troca é necessária, e a interferência do silicone na amamentação e em exames como a mamografia – que é nula, desde que bem feito.
As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml.
O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher, segundo o cirurgião plástico Élvio Garcia. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado.
A maior concorrência tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas e sai em torno de R$ 1.400, correspondendo a cerca de um terço do valor da cirurgia (R$ 4.200).
Os seios são basicamente formados de músculos, tecido mamário e gordura no meio. Uma mama pequena pesa cerca de 200 g, uma média 300 g e, a partir de 400 g, ela é considerada grande, de acordo com o ginecologista José Bento.
Cuidados no pós-operatório
Pode haver dor nos primeiros dias, ainda mais com movimentação dos membros superiores, o que é controlado com analgésicos. É recomendado um sutiã de maior contenção das mamas.
Fazer ginástica só é permitido a partir de um mês, com consentimento médico. Membros superiores não devem ser trabalhados. Com o aumento abrupto das mamas, as estrias pré-existentes podem se tornar mais salientes
Fonte: G1