Obras da maternidade estão paradas
Geral
10.11.2014
As obras de reforma da Maternidade Leide Morais, na zona Norte de Natal, estão praticamente paralisadas. Segundo o secretário municipal de Saúde, Cipriano Vasconcelos Maia, o município tenta superar exigências da Caixa Econômica Federal (CEF) para repassar cerca de R$ 250 mil do Ministério da Saúde para a obra. Enquanto o prolema não é solucionado, Cipriano informou que, em conversa com o prefeito Carlos Eduardo Alves, firmou-se o compromisso da obra ser retomada com o uso de recursos próprios da Prefeitura.“Quando a gente começa uma obra pública e dá problema a gente nunca sabe o fim”, chegou a dizer o secretário de Saúde, que estima reabrir a maternidade, cuja segunda etapa da reforma começou em 14 de junho do ano passado, ainda este ano.
Cipriano Maia afirmou que, até agora, a prefeitura repassou à empreiteira Vale Vale, que é executora das obras, apenas 10% dos recursos, correspondente ao valor da contrapartida financeira do município previsto no convênio assinado com o Ministério da Saúde.
Maia explicou que depois da primeira etapa das obras executadas pela construtora MMC, relacionada a troca do piso e do teto da Maternidade Leite Morais, que custou cerca de R$ 500 mil, agora faltam somente a colocação dos pisos dos dois centros cirúrgicos, que não pode ser de cerâmica, mas um piso especial emborrachado para evitar contaminação do ambiente por bactérias.
Além disso, o assessor administrativo da Maternidade Leide Morais, João Santos, disse ontem que a pintura de uma parte interna e de todo o lado externo do prédio, situado na avenida das Fronteiras, no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte de Natal. “Aqui a gente sempre recebe mais elogio do que reclamação”, declarou ele, a respeito do fato de que lá, ainda estão sendo feitas ultrassonagrafias transvaginais, bem como o serviço de esterilização de todas as unidades de saúde do município.
Apesar da Maternidade Leide Morais restringir o serviço de saúde ao exame de ultrassonografia, adona de casa Aparecida Barbosa disse que não tem o que reclamar. “O atendimento aqui é ótimo”, que aguardava a chegada do médio por volta das 10 horas de ontem.
O secretário voltou a dizer que existia uma previsão de reabrir a maternidade na primeira semana de dezembro, mas em função dos trâmites burocráticos da Caixa, o prazo agora vai até o fim do próximo mês, com a abertura de 30 a 35 leitos, ao invés dos 18 que existiam por ocasião do fechamento da maternidade no fim do primeiro semestre do ano passado.
Fonte: Tribuna do Norte