UPAS REGISTRAM AUMENTO DE ATENDIMENTOS NESSE PERÍODO
Geral
28.01.2011
GAZETA DO OESTE | MOSSORÓ
Publicado no dia 28/01/11
A quantidade de pessoas em busca de atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) nos bairros Santo Antônio e Alto de São Manoel está crescendo nos últimos dias. Cerca de 500 pessoas estão sendo atendidas diariamente em cada UPA.
De acordo com Maria José de Carvalho, diretora da UPA do Santo Antônio, os casos mais recorrentes são de pessoas doentes com diarreia, virose e problemas respiratórios, respectivamente. "As constantes chuvas, o aumento das moscas e a mudança climática têm feito com que as pessoas adoeçam. Nesse período do ano é até comum aumentar a quantidade de pacientes, já esperávamos por isso".
Para atender toda demanda de pacientes, Maria José conta que até já preparou uma escala extra para os funcionários. Ao todo, a UPA tem 235 funcionários, equipe composta por médios, enfermeiros, assistentes sociais, auxiliares e técnicos em enfermagem. Também fazem parte da equipe o setor administrativo, limpeza, vigilância, cozinha, entre outros.
"A escala extra é uma forma de se prevenir da superlotação de pacientes. Nos anos anteriores fizemos isso e deu certo. Acredito que temos condição de atender até 800 pessoas diariamente, pois isso já aconteceu e conseguimos atender". Da sexta-feira, 21, até domingo, 23, foram contabilizados 1.438 atendimentos na UPA do Santo Antônio.
Do outro lado da cidade, na UPA do Alto de São Manoel, a situação não é diferente. A quantidade de atendimentos cresceu cerca de 30% se comparado ao mês de dezembro. De 300 a 350 atendimentos para 400 a 500 atendimentos diários. "Enquanto estiver chovendo o número de atendimentos vai crescer, quanto mais chuva mais atendimentos", explica Kenedy Tavares, técnico administrativo.
A enfermeira Kaliane Kamata informa que os dias de segunda e terça-feira são os dias mais movimentados, e que os casos de diarreia, dengue, virose, problemas respiratórios e de pressão alta são os mais comuns na UPA do Alto de São Manoel. "Estou com muita febre e dor no corpo", reclama Emanuel Ozias, industriário que está com sintomas de dengue.